O ponto de partida O programa Quem conduz Perguntas
Fazer o diagnóstico
Agenda aberta

Programa individual de IA aplicada à rotina de gestão.

Oito semanas de trabalho direto com o dono da empresa. A aplicação acontece nas decisões, documentos, números e reuniões que já fazem parte da sua rotina.

As ferramentas que a sua empresa já assina

  • ChatGPT
  • Claude
  • Gemini
  • Perplexity
  • Meta AI
  • Mistral
  • DeepSeek
A mesma ferramenta. Dois tipos de uso.

Fazer uma pergunta é uma coisa. Usar IA para decidir é outra.

Resposta genérica quase sempre começa com uma pergunta sem contexto. Quando a ferramenta recebe a situação da empresa, os critérios e o formato esperado, ela deixa de responder para qualquer um.

Sem contexto

Pergunta: Como posso melhorar minhas vendas?

Resposta: Ótima pergunta! Melhorar as vendas é um passo importante. Conheça melhor seu público, fortaleça o relacionamento com os clientes, acompanhe a equipe e revise seu processo comercial.

Parece correto. Mas não indica uma decisão.

Com contexto
Contexto utilizado
Meta do mêsOportunidades por etapaTicket médioCiclo de vendaMotivos de perdaTentativas anteriores

Pergunta: Como posso melhorar minhas vendas?

Resultado: A conversão caiu na etapa de proposta: 9 de 14 negócios estão parados há mais de 20 dias. Priorize os 4 acima do ticket médio e decida até sexta se o desconto entra na negociação.

A diferença não está na ferramenta. Está no contexto e no método de uso.

Você já paga por IA. Mas a rotina continua igual. Não falta tecnologia. Falta contexto, método e uma forma de medir o que mudou.

O problema não é a ferramenta

O problema não é a ferramenta.

01 / Sem contexto

A resposta parece inteligente. Mas serviria para qualquer empresa.

A IA não conhece seus números, seus clientes, o que você já tentou nem os critérios que usa para decidir.

02 / Sem método

Cada conversa começa do zero.

Você muda algumas palavras, tenta outra pergunta e espera que a próxima resposta venha melhor.

03 / Sem medida

A ferramenta ajuda. Mas ninguém sabe o que mudou.

Sem registrar o tempo, a decisão ou o número anterior, o ganho continua sendo apenas uma percepção.

Você não precisa de outra ferramenta. Precisa usar melhor a que já paga.

O uso cresceu. A mudança ainda não.

Adotar uma ferramenta é uma coisa. Mudar a forma de trabalhar é outra.

As empresas estão usando mais inteligência artificial. O desafio agora é converter uso pontual em rotina, critério e resultado que possa ser acompanhado.

15%

das empresas brasileiras com 10 a 49 pessoas declararam usar tecnologias de IA em 2025, ante 10% no ano anterior.

O Cetic.br observa que o avanço ainda aparece mais como adaptação pontual de processos do que como mudança estrutural na forma de operar.

37%

dos respondentes atribuem algum impacto no lucro operacional ao uso de IA na organização.

O ganho individual aparece antes do resultado da empresa. Ligar uma coisa à outra exige processo, contexto e medida.

Por que começa em você

A adoção começa
pelo dono.

Treinar o time antes de quem dirige a empresa cria gente que sabe operar uma ferramenta que a direção ainda não sabe orientar, avaliar ou cobrar.

Por isso o trabalho começa em uma cadeira só: a sua. Quando o dono tem domínio prático, passa a saber o que pedir, o que recusar e onde a IA realmente ajuda.

O time vem depois. E vem com direção.

Dono · Proprietário · Gestor principal

Para quem decide sozinho e responde pelo resultado.

Não importa apenas o tamanho da estrutura. Importa que a decisão passe por você e que o tempo gasto na rotina de gestão seja o seu.

01 / 04

Decide sem comitê.

A compra não depende de várias aprovações e a mudança na rotina pode começar no encontro seguinte.

02 / 04

Conduz uma empresa tradicional.

Uma operação que já funciona sem IA e não pretende virar empresa de tecnologia.

03 / 04

Já paga por IA.

A assinatura existe, mas ainda é usada como pesquisa, escrita eventual ou tentativa sem método.

04 / 04

Quer mudar a própria rotina.

Não está procurando ferramenta nova. Está procurando fazer melhor o que já faz toda semana.

O método

Oito semanas. Quatro movimentos.

O programa parte da rotina atual, prepara o contexto, aplica a ferramenta no trabalho real e termina com uma mudança que o dono consegue sustentar sem depender da Vinq.

Registrar onde o seu tempo vai, quais decisões voltam para a sua mesa e onde falta informação organizada.

Semana do dono · mapa
Relatóriosleitura e conferência
Reuniõespreparação e condução
Documentoscontratos, propostas, e-mails
Decisões que voltam para a sua mesafalta informação organizada

A Vinq ensina e acompanha a aplicação na sua rotina. Não desenvolve software, não integra sistemas e não executa dentro da empresa.

Fazer o diagnóstico
O percurso

Semana a semana.

  1. 01

    Semana 1

    Mapeamento da rotina atual e construção do primeiro bloco de contexto da empresa.

  2. 02

    Semana 2

    Instruções claras: objetivo, papel, critérios, formato e limites da resposta.

  3. 03

    Semana 3

    Leitura de números e conversão de relatórios em perguntas de decisão.

  4. 04

    Semana 4

    Leitura de documentos longos, escrita e comunicação com a sua voz.

  5. 05

    Semana 5

    Preparação de reuniões com contexto, cenários e decisões a tomar.

  6. 06

    Semana 6

    Priorização: separar o que exige decisão do dono do que pode ser delegado.

  7. 07

    Semana 7

    Correção dos vícios de uso e aprofundamento nas situações em que falta um interlocutor.

  8. 08

    Semana 8

    Comparação do antes e do depois e sessão final em que o dono apresenta a mudança ao time.

Além dos encontros

Suporte durante o programa. Retorno depois da saída.

01

Canal direto

WhatsApp direto com Marcelo durante as oito semanas para dúvidas ligadas ao que está sendo aplicado.

02

Materiais construídos no trabalho

Contextos, instruções e modelos produzidos a partir da sua rotina, organizados para continuar em uso depois do programa.

03

Retorno em 30 dias

Uma sessão de acompanhamento 30 dias após o encerramento para revisar o que permaneceu, o que travou e o que precisa de correção.

Escopo definido

O que está dentro. E o que fica fora.

Está dentro

O trabalho acontece na sua rotina de gestão, com as ferramentas que a empresa já paga.

  • Uso prático das ferramentas que a sua empresa já assina.
  • A sua rotina de gestão, não um caso genérico.
  • Encontros individuais, diretamente com você.
  • Suporte por WhatsApp durante as oito semanas.
  • Sessão de acompanhamento 30 dias depois.
  • Data de saída definida desde o início.
Ver as perguntas frequentes

Está fora

O que não entra está escrito antes do início. É isso que protege o foco e o prazo.

  • Desenvolvimento de software, agentes ou automações.
  • Integração com os sistemas da empresa.
  • Execução dentro da operação.
  • Treinamento coletivo da equipe durante o programa individual.

Eu ensino. Você opera. A Vinq sai na data combinada.

Quem conduz

Marcelo Tebet.

Marcelo Tebet, fundador da Vinq, sorrindo de camisa branca em uma sala de reuniões com vista para a cidade

Há quinze anos trabalho entre desenvolvimento, marketing e crescimento. A origem técnica me permite entender o que a ferramenta faz. A experiência com negócios me permite traduzir isso para uma rotina que o dono consegue usar.

Inteligência artificial não entra na empresa porque alguém assinou ChatGPT.

Ela começa a produzir valor quando quem decide sabe o que informar, quando usar e como avaliar a resposta.

Eu conduzo os oito encontros, acompanho a aplicação de perto e permaneço como advisor do dono da empresa do início ao fim do programa.

Antes da conversa

As perguntas que normalmente
aparecem primeiro.

Porque usar não é o mesmo que ter a ferramenta na rotina. A maioria dos donos usa IA como pesquisa ou para escrever um texto eventual. A resposta sai genérica porque a ferramenta não conhece a empresa, e cada conversa começa do zero. O programa não troca a ferramenta que você já tem: muda a forma de usar. Você passa a dar contexto, a seguir um método e a medir o que mudou.
Não. O programa não envolve programação, configuração técnica nem integração de sistemas. O que conta é conhecer bem a própria empresa, e isso você já conhece. A parte técnica fica com o Marcelo, que traduz o que a ferramenta faz para a sua rotina de gestão.
O programa trabalha a rotina de quem dirige a empresa, não um setor específico. Números, documentos, reuniões, comunicação e priorização fazem parte da semana de qualquer dono. O que muda de uma empresa para outra é o contexto, e ele é construído a partir da sua operação desde a primeira semana.
O programa ocupa duas horas por semana, em um encontro com data marcada. Fora disso, a aplicação acontece no trabalho que você já faz: o relatório que já precisa ler, a reunião que já vai acontecer, a decisão que já está na sua mesa. Não é uma tarefa a mais na agenda. É outra forma de fazer as tarefas que já estão nela.
Não precisa. Todos os encontros podem ser online, e a Vinq atende donos de qualquer região. Quem preferir pode fazer encontros presenciais. Fora de Maringá, os custos de deslocamento ficam por conta do cliente.
Não. O programa usa as ferramentas de IA que a sua empresa já assina, como ChatGPT, Claude ou Gemini. O objetivo é tirar mais da assinatura que você já paga, não somar mais uma.
É uma das primeiras coisas tratadas no programa. Você aprende a configurar a ferramenta que já usa para proteger suas informações e a separar o que pode ser informado do que não deve entrar. Os dados continuam na sua conta e sob o seu controle.
Não durante o programa. O trabalho é individual, com o dono, porque a adoção começa por quem dirige a empresa. Na última semana, você apresenta ao time a mudança que já sabe operar. O time vem depois, e vem com direção.
Não. A Vinq não desenvolve software, agentes ou automações, não integra sistemas e não executa dentro da operação. O que fica com você são os contextos, as instruções e os modelos construídos durante o programa, organizados para continuarem em uso depois dele.
Pela comparação do antes com o depois. Na primeira semana, o programa registra como está a sua rotina. Na última, o mesmo registro é feito de novo e comparado. A sessão de acompanhamento, 30 dias depois, mostra o que permaneceu e o que precisa de correção.
O preço é apresentado em conversa porque antes é preciso confirmar se o programa faz sentido para a sua rotina. O caminho começa pelo diagnóstico, que é gratuito: dez perguntas, cerca de sete minutos. O resultado é seu, com uma nota, o mapa das seis capacidades e três prioridades para os próximos 30 dias. Se fizer sentido, a conversa continua. Se não fizer, o diagnóstico já mostrou por onde começar.
Próximo passo

Comece pelo diagnóstico.

Dez perguntas sobre como você usa IA na própria rotina. Cerca de sete minutos. No fim, você recebe uma nota, o mapa das seis capacidades e três prioridades para os próximos 30 dias.

O resultado mostra se a ferramenta já participa da sua gestão ou se o uso ainda depende de tentativa, resposta genérica e trabalho começando do zero.